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Dez 10

 

Então me morde

Morde meu ombro e beija

Beija meu pescoço e acerta

Acerta a minha boca

Na certa de que é tua

 

Arranha minhas costas

Usa tuas unhas pintadas de vontade

Olha em meus olhos, bêbados de você:

Vinho do porto, ora vinho barato (meu barato)

 

E no ato ata-me...

Entre pernas e suor

Somos sussurros e urros

Animais puros

 

Depois deite ao meu lado

Contaremos as estrelas que se abriram a nós

Campo celeste de luz leitosa

E riremos da Lua voyeur que se masturbava

Ao som do nosso amor

 

Amor que ecoa

Contamina

O universo todo...

 

No revezamento diário e eterno

Dos astros

Deita-me no teu hoje

Acorde-me no teu amanhã

Até o final dessa minha vida quase terrestre

 

 

P.S.: sim, você me inspira muito...

publicado por Contos do Fritz às 00:29
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